Ah... O amor.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013




"O que é o amor, afinal de contas?”

Olha, eu não sei, não quero ser a dona da razão nem nada, mas acho mesmo que essa busca pela certeza das coisas é algo tão chato. Por qual motivo você haveria de querer saber o que é isso ou aquilo? Ás vezes, não saber é tão mais divertido, mais simples e fácil. 
Confesso já ter enlouquecido um pouco com essa história da definição do amor, por exemplo. Até artigos cientifícos já li na tentativa de entender melhor do assunto.
Mas acontece que não adianta, certas coisas você só aprende com a vida. O amor é uma dessas coisas. Você só aprende quando vivencia.
Hoje, eu parei de ler ciência e comecei a olhar em volta. Isso me fez descobrir mais sobre o amor.
Mas isso é o que eu vivencio, pra você pode ser diferente. Essa é a parte boa de não ter certeza sobre tudo, pois o que pra mim é uma coisa, pra você pode ser outra.
E tudo bem ser assim.
Não precisamos de dicionário para descobrir o significado de certas coisas quando podemos aprender sobre elas e ter nossas próprias definições.
O amor, por exemplo.
Pra mim, o amor é depois de vinte e oito anos de casados, meu pai levar café na cama pra minha mãe em todos os seus dias de folga. É ela cobri-lo quando ele adormece assistindo o jogo na sala.
Amor é meu irmão viajar para outro estado durante toda a madrugada e ir trabalhar sem dormir depois, pois isso é necessário caso ele queira visitar sua namorada.
Amor é meu outro irmão que namorou por seis meses e decidiu se casar. Porque afinal, tempo não significa nada, o que importa mesmo é o amor. E eu juro, nunca o vi tão feliz com algo na vida.
Amor é minha mãe passar a noite acordada comigo quando eu sofria com insônia, mesmo sabendo que precisaria ir trabalhar no outro dia.
Amor é meus irmãos trocarem de quarto para ficar comigo, quando eu tinha medo de dormir sozinha.
É meu pai, cansado, sair da cama só para comprar algo que ele sabe que eu e meus irmãos gostamos para o café da manhã.
Carinho, cuidado, o café da manhã na cama, um abraço apertado, o afeto em si.
Isso é o amor. Na minha vida, isso é o amor. E, sinceramente, eu não poderia ter um expemplo melhor.
Por isso, quando me perguntam se o amor existe, eu posso garantir que sim, ele existe.
E se perguntarem o que ele é, eu posso dizer o que eu sei sobre ele. Posso dizer o que eu vivencio, mas isso nunca será uma verdade absoluta.
O amor é grande demais pra caber em palavras, ele precisa ser demonstrado, vivido e presenciado, jamais definido.


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